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Seleção brasileira

Seleção Brasileira: 80% dos convocados para últimos amistosos não deve votar em eleição, aponta site

Seleção Brasileira - treinos - França
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Enquanto o Brasil se prepara para escolher os novos líderes do Executivo nos níveis estadual e federal, os jogadores da Seleção Brasileira, um dos principais símbolos do país, deverão ficar alheios ao pleito realizado no próximo dia 2 de outubro. Isso se deve ao fato de que pelo 80% dos atletas da Canarinha estão impedidos de ir às urnas manifestar a sua vontade no próximo domingo.

De acordo com dados levantados pelo portal UOL, 21 dos 26 jogadores da Seleção Brasileira se encontram em débito com a Justiça Eleitoral e, por isso, não podem votar no primeiro e segundo turnos da eleição geral. De acordo com a apuração do site, apenas o zagueiro Marquinhos (Paris Saint-Germain), o meio-campista Everton Ribeiro (Flamengo) e os atacantes Pedro (Flamengo), Vinícius Júnior e Rodrygo (Real Madrid).

Ainda com base no levantamento, 12 dos jogadores possuem domicílio eleitoral em solo brasileiro, mesmo morando fora do Brasil. Por isso, de acordo com a lei eleitoral, ou retornam para votar em sua cidade de origem ou não podem votar enquanto não regularizarem sua situação. Quatro votam no país em que moram, mas em cidades diferentes das que atuam e precisarão viajar para fazer sua escolha na urna. Outros quatro tiveram o título cancelado por não votarem ou justificarem nos últimos três pleitos. Por fim, um não teve o documento encontrado no banco de dados do TSE.

Apesar de não haver uma recomendação específica da CBF, os jogadores da Seleção vinham evitando falar publicamente sobre política eleitoral. Assim, durante o período de amistosos, havia um acordo entre os atletas visando evitar possíveis divergências na reta final da preparação para a Copa do Mundo. Contudo, nesta quinta-feira, o atacante Neymar publicou, em suas redes sociais, um vídeo no qual declara apoio ao presidente Jair Bolsonaro, que disputa a reeleição.

Técnico da Seleção Brasileira não deve ir à Brasília em caso de vitória

Treinador da Seleção Brasileira no processo que levará à Canarinha ao Catar, Tite já apontou que, em caso de vitória na Copa do Mundo, não irá a Brasília para ser congratulado pelo atual presidente. Inclusive, o comandante foi uma peça bastante incisiva no período da Copa América 2021, durante a pandemia, nas críticas à postura do Governo Federal.

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