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Pan-Americano: Brasil fecha ginástica rítmica com todas as oito medalhas de ouro em disputa

País também fez todas as dobradinhas possíveis Só deu Brasil na ginástica rítmica dos Jogos Pan-Americanos de Santiago. De um […]

Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica com medalha de ouro no Pan-Americano Santiago 2023

Miriam Jeske/COB

País também fez todas as dobradinhas possíveis

Só deu Brasil na ginástica rítmica dos Jogos Pan-Americanos de Santiago. De um máximo de oito ouros e 13 medalhas, o time brasileiro volta do chile com oito ouros, quatro pratas e um bronze. Beirando o aproveitamento máximo, o brilho concluiu a campanha histórica neste sábado (2), com os três últimos ouros.

Maria Eduarda Alexandre em prova da ginástica rítmica no Pan-Americano Santiago 2023
Jovem promessa da ginástica rítmica brasileira, Duda Alexandre foi campeã na final das maças – Ricardo Bufolin/CBG

As últimas finais da ginástica rítmica

O dia começou na final das maças. Ao som de A Big Hunk o’ Love, de Elvis Presley, Duda Alexandre fez uma apresentação de alta dificuldade técnica, que lhe rendeu a nota de 33.000 e o seu 2º ouro neste Pan. A prata foi de Bárbara Domingos, que botou o Chile para sambar com Anitta e Garota de Ipanema. A série da paranaense foi mais simples e ela ficou com 31.000. O bronze foi de Evita Griskenas, dos Estados Unidos, com 30.500.

E também deu Brasil na fita. Duda Alexandre abriu a final ao som de um medley da banda Last Voices. Mais uma vez, ela elevou a dificuldade, mas não conseguiu uma execução tão perfeita e ficou com 31.600. Assim, ao som da versão do musical Moulin Rouge para o sucesso Bad Romance, da Lady Gaga, Bárbara Domingos garantiu sua 4ª medalha neste Pan. Ela conseguiu uma melhor nota artística e de execução e fechou com 31.750. O bronze, novamente foi de Griskenas, com 31.000.

Na disputa por equipes do 3 fitas e 2 bolas, o Brasil vinha de uma apresentação um pouco abaixo na fase classificatória, mas cresceu na hora da decisão e acertou as falhas, cravou bem todos os movimentos e saiu da quadra com um 31.800, ao som de Smile, clássico de Charles Chaplin em versão rock. A prata ficou com o México, com 28.200, enquanto os EUA fecharam último pódio da ginástica rítmica com 26.250.

 

A campanha histórica do Brasil na ginástica rítmica

Além das conquistas deste sábado, Bárbara DomingosDuda Alexandre também conseguiram outro ouro cada na disputa por aparelhos. Babi ficou com o ouro na bola, em dobradinha com Geovana Santos. E ela também ficou com a prata no arco, em prova vencida por Maria Eduarda.

As duas também fizeram o pódio no individual geral, com ouro para Bárbara e bronze para Duda. Essa prata ficou com Evita Griskenas, que faturou todos os bronzes das disputas por aparelhos, resumindo todos os pódios nas disputas individuais a três ginastas brasileiras e uma estadunidense.

Nas disputas coletivas, o Brasil garantiu o ouro com folga na disputa geral, tendo o melhor desempenho tanto nos cinco arcos, quanto nas três fitas e duas bolas. Assim, o caminho já estava bem desenhado para novos ouros nas duas disputas por aparelhos. A equipe de três ouros é formada por Bárbara GalvãoGabriela CastilhoVictoria BorgesGiovanna Oliveira e Nicole Pircio.

Bárbara Domingos, da Ginástica Rítmica, com medalha de ouro no Pan-Americano Santiago 2023
Bárbara Domingos faturou três ouros e duas pratas para o Brasil na ginástica rítmica – Miriam Jeske/COB

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