Automobilismo

Haas explica saída de Guenther Steiner e aponta para desempenho negativo: “Nunca tivemos um pódio”

Ayao Komatsu, ex-chefe da engenharia de pista, foi promovido ao cargo antes ocupado pelo italiano A Haas anunciou, na última […]

Haas explica saída de Guenther Steiner

Foto: Divulgação/F1

Ayao Komatsu, ex-chefe da engenharia de pista, foi promovido ao cargo antes ocupado pelo italiano

A Haas anunciou, na última quarta-feira (10), a saída de Guenter Steiner da liderança da equipe estadunidense de F1. Fundador e proprietário, Gene Haas citou que a falta de performance do chefe da equipe como motivo da opção por não renovar o contrato que encerrou ao fim de 2023 e apontou o retrospecto negativo dos oito anos na categoria.

Tudo se resumia ao desempenho. Aqui estamos no nosso oitavo ano, com mais de 160 corridas e nunca tivemos um pódio. Nos últimos anos, estivemos em 10º ou nono (no Mundial de Construtores). Não estou sentado aqui dizendo que a culpa é do Guenther, ou algo assim, mas parece que este foi um momento apropriado para fazer uma mudança e tentar uma direção diferente, porque não parece que continuar com o que tínhamos é realmente vai funcionar”, afirmou em entrevista ao site da própria F1.

“Eu gosto de Guenther, ele é uma pessoa muito legal, uma personalidade muito boa. Tivemos um final de ano difícil. Eu não entendo isso, realmente não entendo. Essas são boas perguntas para fazer a Guenther: o que deu errado. No final das contas, trata-se de desempenho. Não tenho mais interesse em ficar em 10º”, completou Haas.

Novo chefe da Haas

A equipe, aliás, já tem um novo nome para o cargo: Ayao Komatsu. O japonês de 47 anos e agora chefe está na Haas desde 2016 e antes comandava a engenharia de pista. Sobre a mudança, Gene Haas comparou os perfis dos dois e ressaltou que Ayao tem um viés mais técnico, aspecto que, segundo a sua avaliação, é o que falta para a Haas na Fórmula 1.

“Acho que Guenther tinha uma abordagem mais humana em tudo com as pessoas e na maneira como ele interagia com as pessoas, ele era muito bom nisso. Ayao é muito técnico, ele olha as coisas com base em estatísticas. É isso que estamos fazendo de errado, onde podemos fazer melhor”, explicou.

“É uma abordagem diferente. Nós realmente precisamos de algo diferente porque não estávamos indo muito bem. Como eu disse, tudo se resume a oito anos, o último. Não há mais nada que eu possa dizer sobre isso”, acrescentou.

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