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Pan-Americano: Em dobradinha brasileira, Ana Marcela Cunha fica com a prata na maratona aquática

Gaúcha Viviane Jungblut repetiu 2019 e ficou com o bronze O Brasil tem mais uma dobradinha nos Jogos Pan-Americanos. Nesta manhã […]

Nadadora Ana Marcela Cunha em prova da maratona aquática

Sátiro Sodré/CBDA

Gaúcha Viviane Jungblut repetiu 2019 e ficou com o bronze

Brasil tem mais uma dobradinha nos Jogos Pan-Americanos. Nesta manhã de domingo (29), Ana Marcela Cunha brigou pelo ouro até o fim nos 10km da maratona aquática, mas não conseguiu o bicampeonato, ficando com a prata. Além da baiana, o Brasil também subiu ao pódio com a gaúcha Viviane Jungblut, medalhista de bronze pelo 2º Pan seguido. O ouro foi de Ashley Twichell (EUA), que teve uma boa estratégia na penúltima volta para abrir vantagem sobre as brasileiras.

A prata de Ana Marcela Cunha

As brasileiras começaram bem na prova e mantiveram um bom ritmo, passando todos os 10km na briga pelo pódio. Na virada da 4ª volta, que marcou a metade da prova, o grupo da frente estava separado por apenas 5s, com Ana Marcela Cunha, Viviane Jungblut, a estadunidense Ashley Twichell e a argentina Cecilia Biagioli.

Mas a disputa não estava resolvida e a estadunidense Leah DeGeorge também alcançou o pelotão. Quando a fila ganhou forma mais definida, Twichell trabalhou na liderança do pelotão e aproveitou a parada para hidratação das adversárias para abrir quase 9s de vantagem ao fim da 6ª volta.

Assim, ela aumentou o ritmo na 7ª e penúltima volta e não parou mais para hidratação, conseguindo abrir vantagem na liderança e abrir o último stint com 11.6s de à frente de Ana Marcela Cunha. Assim, a baiana aumentou o ritmo nos 1.400m finais para tentar se aproximar a ponta, mas a vantagem já era grande demais. Ao fim, ouro para os Estados Unidos, com 1:57:17, prata para Ana Marcela Cunha, com 1:57:29 e bronze para Viviane Jungblut, com 1:57.51.

Ana Marcela Cunha e Viviane Jungblut com medalhas do Pan-Americano Santiago 2023
Sátiro Sodré/CBDA

A maratona aquática no Pan-Americano

A disputa das águas abertas estreou nos Jogos Pan-Americanos em 2007, no Rio de Janeiro. Desde então, o Brasil soma oito medalhas. Ana Marcela Cunha foi ouro em Lima 2019, em dobradinha com o bronze de Viviane Jungblut. Antes, Poliana Okimoto fora ouro em 2007 e 2011. No masculino, Allan do Carmo (2007) e Victor Colonese (2019) garantiram bronzes. Isso, claro, além das medalhas de hoje,

Dessa vez, o Brasil não levou representantes para a disputa masculina, com Ana Marcela e Viviane sendo os únicos nomes do Brasil nas águas da Lagunas Los Morros. A prova para os homens também acontece neste domingo, com largada às 14h30, também em Los Morros.

Prova das Águas Abertas no Pan-Americano Santiago 2023
Javier Valdés Larrondo/ Santiago 2023 via Photosport

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