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Bombando

Com estrelas do mundo do skate e críticas à federação, STU Open Rio começa nesta quinta

Skate: Atletas do STU Open Rio
Pablo Vaz/STU

Competições começam com a modalidade Park

A partir desta quinta-feira, o Rio de Janeiro será palco do maior evento de skate do Brasil e um dos maiores do mundo. O STU Rio Open reúne estrelas nacionais e internacionais do esporte em uma disputa que vai até o dia 16 de outubro. Assim, na 1ª semana, disputas na modalidade Partk, com o Street começando na próxima quinta.

As estrelas do STU Open Rio

Para abrir a competição, a Confederação Brasileira de Skate (CBSK) realizou uma entrevista coletiva com algumas das principais estrelas do evento. Entre eles, o medalhista em Tóquio-2020 Pedro Barros, o atual campeão brasileiro Luiz Francisco, o atual campeão do evento, André Mariano, e as também olímpicas Dora Varella e Yndiara Asp. Além disso, os campeões olímpicos Keegan Palmer (AUS) e Sakura Yosozumi (JAP), a medalhista Sky Brown (GBR), e Kieran Woolley (AUS) também falaram.

Em busca do bicampeonato, André Mariano analisou que o nível do torneio neste ano será ainda mais elevado, mas a torcida vai ser um fator de peso para os brasileiros. “No ano passado do STU Open Rio não tinha tantos skatistas de fora como teremos nesse ano. Eu assistia praticamente a todos esses que estão aqui nessa mesa e, hoje, poder competir com eles é uma honra (…) Fiquei surpreso com a torcida no Recife e não espero nada diferente aqui no Rio. A arquibancada é grande e tenho certeza de que teremos casa cheia”.

Mas para Luiz Francisco, campeão nacional há apenas duas semanas, no Recife, mais importante que o nível do torneio é a oportunidade de disputar em casa com seus companheiros. “Só quero andar de skate e estar aqui com todos os meus amigos. Ter essa oportunidade de viajar e andar com eles, ainda mais em casa, no meu país, já é uma grande motivação. E prefiro trazer isso comigo, mais do que qualquer resultado. Amizade com essa galera é algo especial na minha vida”.

Skate: Entrevista coletiva do STU Open Rio

Pablo Vaz/STU

E os gringos?

Os estrangeiros também endossaram a felicidade em participar do evento. Para o campeão olímpico Keegan Palmer, o Brasil sabe fazer grandes eventos. “Estou bem feliz por estar aqui. Sabemos bem que o Brasil sabe fazer grandes eventos, que são reconhecidos mundialmente. Claro que a gente vem aqui e tem a tensão dos treinos, da competição, da adaptação, o que faz parte, mas viemos sempre aqui e nos divertimos muito também”.

Enquanto isso, Kieran Wooley lembrou das semelhanças entre o Brasil e a Austrália. “Como o Rio de Janeiro lembra um pouco meu país, a Austrália, adoro vir para cá, gosto muito de vir aqui competir. O objetivo maior é sempre andar de skate e ter o melhor desempenho. E se divertir (…) Nós temos que nos preocupar em andar de skate”.

Críticas à World Skate

Mas na entrevista, o principal tom foi de crítica à federação internacional do esporte, a World Skate. Isso porque uma decisão da organização tirou o status de pré-olímpico desse torneio. Dora Varella foi uma das que criticou a decisão e classificou a realização do torneio como um protesto.

“A World Skate mostrou não estar muito preocupada com isso. O único evento que seria classificatório para a Olimpíada, por enquanto, era esse aqui e acabaram saindo fora. Queriam se apropriar e ganhar dinheiro em cima. E o STU e a CBSK não concordaram com isso. Esses, sim, sabem o que é certo ou não para o skate. E nosso evento está acontecendo mesmo assim, e não deixa de ser um protesto também, uma forma de mostrarmos o que é o skate e celebrar todo esse amor que temos pelo esporte”.

Yndiara Asp seguiu a mesma linha e tratou o esporte acima do ranking olímpico. “Vamos fazer desse evento o melhor do ano, mostrar que a gente anda de skate por amor. Independentemente de classificação olímpica, vamos continuar fazendo a nossa parte e esperamos que a World Skate faça a dela daqui por diante”.

Pedro Barros também teceu críticas à World Skate. “Saíram fora da única oportunidade, até aqui, que eles tinham de chancelar um evento para termos resultado nessa qualificação para Paris. E decidiram não aceitar estar junto porque estavam mais preocupados com dinheiro. Nós, skatistas e todos que têm amor pelo skate, estamos preocupados em fazer tudo acontecer e passar a nossa mensagem. É uma cultura de muitos anos. Por isso é muito triste o que aconteceu”.

Mas nem tudo são críticas

Mas, por outro lado, os australianos foram menos incisivos nas críticas. Keegan Palmer garantiu que o não envolvimento da World Skate dá mais liberdade para o Brasil fazer o que sabe. Além disso, Kieran Wooley afirmou que, mesmo com poucos eventos classificatórios, os melhores vão garantir as vagas olímpicas, então, o  importante é manter o alto nível.

O calendário do STU Open Rio

06/09 (quinta)
9h às 12h30 – Treino livre Park masculino
13h às 18h – Eliminatórias Park masculino
18h às 20h – Treino livre Park feminino

07/09 (sexta)
9h às 9h30 – Treino livre Park feminino
9h30 às 13h10 – Quartas de final Park feminino
13h10 às 13h55 – Treino livre Park masculino
14h às 18h – Quartas de final Park masculino

08/09 (sábado)
10h às 14h – Treinos livres Park
14h às 16h – Semifinais Park feminino
16h às 18h – Semifinais Park masculino

09/09 (domingo)
10h às 16h30 – Treinos livres Park
16h30 às 17h35 – Final Park feminino
17h40 às 18h40 – Final Park masculino

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